Embora tenham direito ao atendimento, crianças especiais contam com a dedicação de docentes
Caxias do Sul – Tiago Rech, oito anos, sorri quando ouve a palavra escola. Durante o período letivo do ano passado, o menino descobriu a doença degenerativa que restringe suas habilidades físicas e cognitivas. Com a evolução do quadro, passou a receber aulas a domicílio desde junho. O desafio de encurtar as distâncias entre aluno e colégio coube à professora Nara Cardoso, 45.
A cada 15 dias, a docente deixa a Escola Municipal de Ensino Fundamental Erny de Zorzi,em Vila Oliva , onde o aluno está matriculado, para desenvolver atividades na casa de Tiago, no interior do distrito.
– Busco proporcionar qualidade de vida a ele. É um trabalho novo. sério e que exige dedicação. O Tiago não está presente, mas faz parte da escola – conta a professora.
Para cada encontro, Nara prepara novos recursos em horário extraclasse. As atividades que envolvem estímulos auditivos são as preferidas do aluno. A educadora convida colegas e professores para tocarem instrumentos musicais e lerem histórias durante as aulas. A docente até já promoveu uma visita da turma que Tiago frequentaria até a casa do colega em uma das aulas.
– Faz parte do processo de inclusão. É preciso trabalharem grupo. A família do Tiago também está sempre presente e contribui com o trabalho – explica Nara.
O menino mora com o pai, Ivanor Rech,40, a mãe, Dirce, 45, e o irmão, Igor, 14.
– Cada visita é uma surpresa. Não é a questão do aprendizado, mas de um atendimento que o deixe feliz. Até os colegas já o valorizam mais – analisa o pai.
Além da Erny de Zorzi, Nara trabalha em Salas de Recursos de outras três escolas na área urbana e no interior. Dedicada ao ensino há 22 anos, ela atua na educação especial há três. A afinidade com a área surgiu quando crianças com necessidades especiais começaram a ser incluídas nas classes regulares em que lecionava como alfabetizadora.
– Passei a gostar e acreditar neste trabalho. Investia na preparação de atividades porque sabia que haveria retorno – argumenta a docente.
Nara é a única professora da rede municipal de ensino que realiza atendimento domiciliarem Caxias.
– Esse trabalho é prazeroso, uma opção e uma responsabilidade – se emociona.
GABRIELA MACHADO
A cada 15 dias, a docente deixa a Escola Municipal de Ensino Fundamental Erny de Zorzi,
– Busco proporcionar qualidade de vida a ele. É um trabalho novo. sério e que exige dedicação. O Tiago não está presente, mas faz parte da escola – conta a professora.
Para cada encontro, Nara prepara novos recursos em horário extraclasse. As atividades que envolvem estímulos auditivos são as preferidas do aluno. A educadora convida colegas e professores para tocarem instrumentos musicais e lerem histórias durante as aulas. A docente até já promoveu uma visita da turma que Tiago frequentaria até a casa do colega em uma das aulas.
– Faz parte do processo de inclusão. É preciso trabalhar
O menino mora com o pai, Ivanor Rech,
– Cada visita é uma surpresa. Não é a questão do aprendizado, mas de um atendimento que o deixe feliz. Até os colegas já o valorizam mais – analisa o pai.
Além da Erny de Zorzi, Nara trabalha em Salas de Recursos de outras três escolas na área urbana e no interior. Dedicada ao ensino há 22 anos, ela atua na educação especial há três. A afinidade com a área surgiu quando crianças com necessidades especiais começaram a ser incluídas nas classes regulares em que lecionava como alfabetizadora.
– Passei a gostar e acreditar neste trabalho. Investia na preparação de atividades porque sabia que haveria retorno – argumenta a docente.
Nara é a única professora da rede municipal de ensino que realiza atendimento domiciliar
– Esse
GABRIELA MACHADO
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